Sobrevivente da época pré-histórica, esta planta tipo feto alastra-se rapidamente através de vastos rizomas subterrâneos, até 2 metros de profundidade. A folhagem emerge em maio, precedida por rebentos cheios de esporos no início da primavera.
Prefere áreas húmidas e à sombra, mas aparece cada vez mais em terrenos baldios e não cultivados onde sobrevive à maior parte dos tratamentos com herbicidas e assume o controlo dada a falta de concorrência de outras ervas daninhas.
Também é venenosa para o gado, mas evitada pelos animais de pasto. A espessa cutícula cerosa e pequenas folhas tipo agulhas tornam difícil a pulverização da planta para matar as raízes.
O corte repetido enfraquece os rizomas, mas só por si é, em geral, ineficaz.
Na primavera, aparecem rebentos verde acastanhados com pequenos cones nas pontas que produzem milhares de esporos e desenvolvem-se afastados das finas raízes castanhas que mal se podem ver, uma vez que são da cor do solo. Escavar estas raízes não é viável – podem atingir profundidades de 1,5 metros - sim, isso mesmo!
Mais tarde, aparecem as "folhas". Estas acabam por morrer quando o outono dá lugar ao inverno e as raízes repousam à espera da primavera. As folhas contam com um revestimento ceroso, que faz com que a planta seja altamente resistente aos herbicidas.
Esta erva daninha pode ser encontrada em